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Quando a Implementação Não Termina · · 5 min

Atualização obrigatória: quem paga pela customização a cada versão em SAP, Salesforce e Adobe

O que a documentação pública registra sobre versões, fim de suporte e migração, e como a CWS Platform trata a atualização.

Homem de óculos e blazer azul-marinho examina papéis sobre uma mesa, ao lado de um notebook aberto, com uma colega sentada ao fundo.

Toda plataforma de comércio evolui, e a evolução tem um preço que raramente aparece na proposta comercial: o trabalho de levar para a versão nova tudo o que a empresa customizou na anterior. Para o CTO, esse trabalho é um item de calendário e de orçamento, e saber quem o executa muda a conta de sustentação.

Este texto reúne o que SAP, Salesforce e Adobe publicam sobre os seus ciclos de versão e migração, e descreve como a CWS Platform trata o mesmo ponto. Todo fato sobre os três vem de documento público deles, com o trecho original e o endereço ao lado.

O que cada fornecedor publica sobre o ciclo de versões

A documentação do SAP Commerce Cloud registra quatro pontos:

A documentação do Adobe Commerce registra três:

A documentação da Salesforce para o B2B Commerce registra dois:

Em cada um dos três, a documentação descreve mudanças de base técnica que o cliente precisa acompanhar, e o que foi customizado precisa ser revisto quando elas chegam.

Como a CWS Platform trata a atualização

Na CWS Platform, todos os clientes rodam a mesma versão da plataforma, e não há troca de framework nem projeto de upgrade do lado do cliente. A política comercial fica em parâmetros do Commerce Rules Engine (CDL Workspace), no princípio de configuração em vez de código, e o portal é montado sem código, sobre um template único parametrizado.

Camadas horizontais mostrando núcleo compartilhado na base, parâmetros de negócio no centro e portal sem código no topo.

A passagem do modelo de preço v1 para o v2 exige só validação do cliente, sem projeto do lado dele.

pergunta o que os fornecedores publicam CWS Platform
Como a versão evolui Releases correntes e datas de fim de suporte que o cliente acompanha, conforme o fornecedor. Todos os clientes rodam a mesma versão da plataforma.
O que acontece com o que foi customizado Extensões e componentes precisam ser revistos ou substituídos quando a base técnica muda. Não há troca de framework do lado do cliente.
Onde a política comercial vive Em extensões, componentes e fluxos mantidos pelo cliente, conforme o fornecedor. Em parâmetros do Commerce Rules Engine (CDL Workspace), alterados por configuração.

O que perguntar antes de assinar

A decisão não é qual modelo é o certo, e sim quanto do calendário da sua engenharia você aceita dedicar ao ciclo de versões do fornecedor. Três perguntas ajudam: até quando a versão em produção recebe correções; o que do nosso código precisa ser revisto na próxima versão; e quem executa a atualização, a nossa equipe ou a do fornecedor.

Quantas vezes, nos últimos três anos, a sua equipe parou uma entrega de negócio para atualizar a plataforma?

Quando faz sentido ficar no ecossistema SAP, Salesforce ou Adobe

Nada do que está acima é motivo, por si só, para trocar de plataforma. Há cenários em que ficar no ecossistema é a decisão certa.

Empresa já padronizada em SAP. Quando a organização opera sob diretrizes corporativas globais e contratos já firmados com a fornecedora, a edição conectada ao back-end sincroniza dados mestres e faturas de forma estruturada, na estratégia de clean core.

Operação comercial construída sobre a Salesforce. Quando pipeline, territórios e divisão de receita entre equipes já vivem no Sales Cloud, manter o comércio no mesmo ecossistema preserva esse desenho.

Estrutura de compra delegada ao cliente, na Adobe. Quando a empresa compradora precisa administrar suas próprias divisões, usuários e papéis de compra, as contas de empresa do Adobe Commerce resolvem isso de forma nativa.

Por onde continuar

Se a sua pergunta ainda é qual arquitetura serve à sua operação, e não qual fornecedor escolher, o caminho é as sete perguntas que separam as arquiteturas de comércio B2B.

Marcas citadas neste artigo

  • SAP
  • Salesforce
  • SAP Commerce Cloud
  • Adobe Commerce

Marcas e logotipos pertencem aos seus titulares. A citação não indica parceria nem endosso.

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