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Venda assistida: a mesa de negociação do vendedor B2B

No B2B complexo, o vendedor passa boa parte do tempo cotando em vez de vendendo. A Venda Assistida é a mesa de negociação digital do representante: a Assisted Selling Platform (Sales Hub), com o cliente, a margem e as regras à vista.

Hero da Venda Assistida: o vendedor ajusta o preço na mesa digital até o limite da alçada, e a proposta chega ao cliente já dentro da regra.

Em resumo

Venda assistida é o modelo em que o vendedor conduz o pedido B2B junto com o comprador, em vez de só tirar pedido. Na CWS Platform, ela roda num portal de vendas B2B, a Assisted Selling Platform (Sales Hub): vendedor e comprador no mesmo Real-Time Shared Cart, com crédito e margem à vista, e cada desconto dentro das alçadas do Commerce Rules Engine, com autor e justificativa.

Pôr o vendedor dentro do canal, e não competindo com ele, é um dos critérios do guia para escolher uma plataforma de ecommerce B2B.

A venda assistida em 1 minuto

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Voz e imagens geradas por IA.

Do tirador de pedido ao negociador governado

O papel do vendedor evolui em quatro estágios: atendente, facilitador, negociador governado e consultor com IA. O Sales Copilot faz o trabalho de bastidor: ranking de carteira, alerta de margem e de inatividade, e monta o orçamento. O Customer Intelligence Panel traz o contexto do cliente em um clique.

Tela ilustrada da Assisted Selling Platform com o Customer Intelligence Panel, o orçamento em montagem e o Sales Copilot alertando sobre margem.
A mesa de negociação do vendedor. O contexto do cliente em um clique, o orçamento no centro e o Sales Copilot fazendo o trabalho de bastidor, com alerta de margem antes de o pedido sair.

Liberdade para negociar, dentro dos trilhos

O representante move preço, prazo, frete e composição na hora, e cada concessão passa pelas mesmas regras do Commerce Rules Engine: Approval Workflows, Pre-Submission Guardrails, Discount Stacking Prevention e Reason Codes. A empresa ganha velocidade sem perder o controle da margem.

Fluxo da concessão do vendedor: preço, prazo e frete passam pelas regras antes do envio, seguem se estão dentro da alçada ou vão para aprovação com Reason Code.
Negociar dentro dos trilhos. O vendedor mexe no preço, no prazo e no frete na hora. A regra confere antes do envio: dentro da alçada segue, fora dela vai para aprovação com justificativa.

Para o diretor comercial

Cada desconto tem autor e justificativa, a alçada é por perfil, e o ranking de carteira mostra onde o time ganha e onde deixa margem na mesa. Governança sem tirar a autonomia de negociar.

Ranking de carteira em perspectiva isométrica: barras por vendedor, a margem deixada na mesa destacada numa delas e cada concessão com autor e justificativa.
Onde o time ganha e onde deixa margem. O gestor vê a carteira de cada vendedor lado a lado, a concessão que passou do ponto e, em cada desconto, quem concedeu e por qual motivo.
Escada com os quatro níveis de autonomia do vendedor, de atendente a consultor com IA, com a mesma regra de margem valendo em todos os níveis.
Autonomia é configuração. A operação começa no nível de menor risco e sobe conforme a equipe ganha confiança, sem trocar de plataforma. O agente consulta a mesma regra que limita o humano.
Loja de autopeças vista pelo vendedor: a barra Meus Atendimentos por cima da mesma vitrine do comprador, com o painel de conversas recentes mostrando o cliente em atendimento e a mensagem que ele acabou de mandar.

O vendedor entra na mesma negociação

A loja do comprador com a barra de atendimentos do vendedor por cima, e o painel de conversas recentes com o pedido que o cliente escreveu há dois minutos.

  • Uma tela, dois papéisA barra do vendedor abre sobre a mesma loja do comprador, e não num sistema paralelo que depois sincroniza.
  • O cliente vem identificadoO atendimento carrega quem está do outro lado, então preço e condição já são os daquele cliente.
  • A conversa fica junto do catálogoO pedido escrito em texto e a peça a ser adicionada convivem na mesma tela, sem alt-tab.

É a prova de que venda assistida e venda digital não são dois produtos. O vendedor não abre um CRM ao lado: ele entra na mesma vitrine, com o cliente identificado e a conversa do lado do catálogo.

Representante comercial sorri satisfeito no estoque claro de um cliente, com o tablet na mão e prateleiras de caixas sem marca ao fundo, de dia.

Persona · Representante comercial

Parei de passar o dia cotando: negocio preço e prazo na hora.

Na Assisted Selling Platform (Sales Hub), o Sales Copilot monta o orçamento, e cada concessão segue a alçada do perfil no Commerce Rules Engine.

Gestora comercial de cabelo grisalho curto sorri, tranquila, no escritório claro da área de vendas, com mesas e divisórias de vidro desfocadas, de dia.

Persona · Gestora comercial

Não corro mais atrás de desconto sem dono: cada concessão tem autor e motivo.

Os Approval Workflows do Commerce Rules Engine aplicam a alçada por perfil, e a linha acima do teto fica bloqueada até o motivo ser informado.

Em produção real · Imdepa

Na Imdepa, a mesma máquina que processa a transação simples libera o vendedor de cerca de 70% do tempo em processamento para a consultoria proativa. O portal levou a 3x mais clientes ativados em três anos, sem crescer a equipe na mesma proporção.

"O valor real não é a receita que se vê nos números. É a operação que você consegue sustentar com o mesmo custo de estrutura. Crescemos 3x em clientes sem contratar 3x mais vendedores."

Paulo R. S. Pereira, Coordenador de Vendas Digitais da Imdepa · ler o caso

Jornada dual: o comprador sozinho e o vendedor chegam ao mesmo carrinho sobre um único núcleo de regras, e o vendedor pode mandar o link para concluir.
Dois caminhos, um carrinho. O vendedor entra numa negociação que o comprador começou sozinho, ou manda o link para ele concluir. Não há transferência entre sistemas porque não há dois sistemas.

As configurações de vendedor, da menor autonomia à maior4

A autonomia do vendedor é configuração, não cultura. Uma operação começa no primeiro nível, sem risco de margem, e sobe conforme a equipe ganha confiança, sem trocar de plataforma.

Atendente
Zero autonomia de preço. O vendedor monta o pedido e conduz o atendimento, e o preço é o que o motor derivou. É por onde uma operação começa quando quer risco nenhum.
Facilitador
Autonomia baixa, tipicamente só no frete e dentro de uma faixa estreita. Serve à transição: o vendedor ganha uma alavanca real, e a margem do produto continua intocada.
Negociador com alçada
Autonomia governada sobre preço, frete e condições, com justificativa obrigatória e bloqueio antes de o pedido inviável existir. É o nível em que a plataforma se parece com uma mesa de risco.
Consultor com IA
A maior autonomia, com o Sales Copilot ao lado sugerindo a próxima oferta e antecipando o que não passaria. O agente consulta a mesma regra que limita o humano.

A jornada é dual, e as duas rodam sobre o mesmo núcleo3

O que muda entre elas é quem está na frente, não o motor por trás. Quando são dois sistemas, o preço do portal e o preço do vendedor divergem, e o comprador aprende a não confiar no portal.

Autônoma
O comprador se identifica, vê a tabela do próprio perfil, aplica campanha automática e fecha sozinho. O rastro é o histórico de navegação e de pedido.
Assistida
O vendedor identifica o cliente e recebe crédito, pendências e histórico antes de montar qualquer proposta. Ajusta preço e frete dentro da alçada, e cada ajuste pede justificativa.
O mesmo carrinho
As duas se encontram no mesmo carrinho: o vendedor entra numa negociação começada sozinha, ou manda o link para o comprador concluir. Não há transferência entre sistemas porque não há dois sistemas.

Perguntas frequentes

A CWS Platform tira o vendedor da equação?

Não. A Assisted Selling Platform (Sales Hub) dá ao vendedor uma ferramenta melhor: vendedor e comprador no mesmo Real-Time Shared Cart, com contexto e alçada. Há operações que rodam 100% por ela.

Como o gestor controla o desconto que cada vendedor concede?

Por Approval Workflows aplicados pelo Commerce Rules Engine, com alçada por perfil e Reason Code obrigatório, então cada concessão tem autor e justificativa.

O que o vendedor vê do cliente?

O Customer Intelligence Panel traz histórico, crédito e contexto do cliente em um clique, e o acesso por carteira garante que cada vendedor veja só a própria base.

O que é venda assistida no B2B?

É a venda em que o vendedor conduz o pedido junto com o comprador, negociando preço, prazo e composição, em vez de só digitar o que o cliente pediu. Na CWS Platform isso acontece na Assisted Selling Platform (Sales Hub), com vendedor e comprador no mesmo carrinho e cada concessão dentro da alçada do perfil.

O que é um portal de vendas B2B?

É o portal em que o vendedor vende, e não só onde o comprador faz pedido. Na CWS Platform o representante abre o contexto do cliente em um clique, divide o mesmo carrinho com o comprador em tempo real e concede desconto dentro da alçada do perfil, enquanto a recompra de rotina vai para o portal de pedidos.

Qual a diferença entre venda assistida e autoatendimento B2B?

Na venda assistida o vendedor negocia com o cliente; no autoatendimento o próprio comprador faz o pedido, sem esperar ninguém. As duas rodam sobre o mesmo núcleo e as mesmas regras: o pedido de recompra vai para o portal de pedidos, e o vendedor fica com a negociação complexa e o relacionamento.

O que é governança de desconto em vendas B2B?

É o controle de quem pode conceder qual desconto, em que condição e com que justificativa. Na CWS Platform, ela é aplicada pelo Commerce Rules Engine: o vendedor tem alçada por nível, a linha acima do teto fica bloqueada até que o motivo seja informado, e o desconto manual anula os cupons automáticos em vez de se somar. Toda concessão fica com autor e Reason Code.