Módulo determinístico
Product Catalog & MDM (Catalog Engine)
O comprador procura uma peça, não encontra, e compra do concorrente. No B2B complexo esse é um problema de cadastro, não de vitrine. Atributo técnico ausente, tabela de aplicação incompleta e equivalência mal mapeada geram devolução cara e venda perdida, e nenhuma campanha corrige isso.
O que é
O módulo que trata o dado de catálogo como ativo crítico da operação. Ele amarra o produto numa cadeia de integridade que vai do produto ao SKU, do SKU ao estoque e do estoque ao depósito, e sustenta as quatro composições de venda: unitário, par, kit e conjunto. Cada SKU é identificado por fabricante, código de peça, composição e origem, e cada estoque desse SKU num depósito ganha a sua própria identificação. Variações de um mesmo produto ficam agrupadas por grade, aparecem como um só resultado na busca e mantêm preço e estoque próprios. Item sem preço ou sem estoque pode continuar na loja como pedido de orçamento, e quem procura um indisponível pede para ser avisado quando ele voltar: a ruptura vira oportunidade, não página vazia. É sobre esse cadastro que preço, disponibilidade e pedido se apoiam depois. Catálogo errado não vira problema de catálogo: vira pedido errado.
A capacidade que ninguém replica
Rastreabilidade de componente na composição
O kit não é um SKU de fachada. A plataforma conhece cada componente dele, com a quantidade de cada um, e o saldo do kit não é digitado: é recalculado pelo menor saldo entre os componentes. Se uma peça falta, a oferta do kit é suspensa em vez de virar pedido que a expedição descobre depois. A integridade vale na venda, não na conferência.
Equivalência entre marcas e tabela de aplicação
A referência cruzada liga códigos concorrentes, e a aplicação liga o SKU ao veículo ou equipamento em que ele serve. É o que uma vitrine de origem B2C não modela: ela indexa produto, e o catálogo de peças do aftermarket, da distribuidora ao portal da concessionária, precisa indexar compatibilidade. A busca trabalha em escada: primeiro casa o código (do fabricante, EAN ou código interno), depois procura todas as palavras digitadas e só então amplia, com o padrão definido por perfil para cliente, vendedor e comprador.
A escada do cadastro, e por que ela é comercial
Riqueza de cadastro não é capricho de dado mestre. É o que decide se o item é achável. A escada abaixo dá um eixo mensurável para o catálogo, e o avanço de um degrau para o outro é meta de operação com efeito direto na venda.
- N1 O código O item existe e tem o código do fabricante. É o piso: dá para pedir, mas quase ninguém acha sem saber o código de cor.
- N2 Nome e dimensões O item ganha nome legível, ficha técnica e atributos filtráveis. Passa a aparecer em busca e em filtro, não só em consulta direta.
- N3 Aplicação e imagem O item ganha imagem, aplicação e equivalência. Passa a ser encontrado por quem não sabe o código, que é a maior parte da demanda.
Na prática a base começa concentrada em N1 e afina para o topo. Subir a massa de N1 para N2, e o giro para N3, é o trabalho de catálogo que a CWS Platform entrega junto com a tecnologia.

O sortimento chega estruturado, não empilhado
A categoria com 148 produtos, as facetas com a contagem de cada opção, os filtros já aplicados visíveis acima da grade e a situação de estoque item a item.
- A contagem vem antes do cliqueCada opção de marca, medida ou faixa de preço mostra quantos itens tem atrás dela, então filtrar não é aposta.
- O filtro aplicado fica à vistaOs seis filtros ativos aparecem acima da grade, cada um removível sozinho, sem precisar reabrir a coluna.
- Disponibilidade é facetaPronta entrega, retirada na loja e sob pedido entram como filtro, e não como surpresa na hora do frete.
Catálogo grande não é vantagem por si: vira problema quando o comprador não acha. O que o módulo entrega é a estrutura que torna o sortimento navegável, e ela aparece inteira aqui: cada faceta traz quantos itens existem atrás dela, então o comprador sabe o tamanho da escolha antes de clicar. Os filtros aplicados ficam visíveis e removíveis um a um, e a disponibilidade é faceta como qualquer outra.

Persona · Dono do portal
Não mantenho mais o mesmo cadastro duas vezes: a filial herda o dado mestre.
No Product Catalog & MDM (Catalog Engine), filiais e sellers herdam o dado mestre do produto e estendem com a oferta regional.

Persona · Compradora de peças
Não preciso mais decorar o código: acho a peça pelo veículo.
O Product Catalog & MDM (Catalog Engine) liga o SKU ao veículo pela tabela de aplicação e cruza códigos equivalentes entre fabricantes.
Em operação
Imdepa · distribuição de autopeças
cerca de 23 mil SKUs
num portfólio que atende aproximadamente 16 mil clientes corporativos em 9 estados, nos segmentos agrícola, industrial e automotivo.
Com o catálogo íntegro, o comprador monta sozinho um pedido de mais de 250 SKUs num carrinho único. O que sustenta esse pedido não é a tela: é o cadastro atrás dela.
Ler o caso Imdepa →APIs deste módulo
O que este módulo faz no painel o seu sistema também faz por API. Estes são os grupos dele na referência pública da API.
Prioridade de SKU
Endpoints para gerenciar a prioridade de exibição de produtos (SKUs) nos resultados de busca.
Perguntas frequentes
Meu cadastro tem atributo faltando e nome de peça inconsistente. Dá para subir assim?
Sim, e é assim que quase toda operação começa. O cadastro entra no estado em que está e evolui por nível: primeiro o código do fabricante, depois nome e dimensões, depois aplicação e imagem. Cada nível a mais aumenta a chance de o item ser encontrado e comprado, então a evolução do cadastro vira meta operacional com progresso visível, não um pré-requisito que trava o projeto. Nome de peça inconsistente também não precisa ser corrigido no ERP antes: tabelas de sinônimos de nome de fabricante, código de produto e composição fazem o cadastro do ERP casar com o catálogo, e sinônimos de nome resolvem na busca os apelidos regionais que o comprador digita.
A plataforma reconhece que a peça de uma marca substitui a de outra?
Sim. A referência cruzada liga códigos equivalentes entre fabricantes, e a tabela de aplicação liga o SKU ao veículo ou equipamento em que ele serve. O comprador chega pelo código que ele conhece, pelo número de série ou pela vista explodida do conjunto, e ainda assim encontra o item certo. O cliente pode filtrar por veículo (tipo, marca, modelo e ano) e salvar a própria garagem, e a ficha do produto mostra os similares de outras marcas ao lado do item procurado.
Matriz e filial precisam manter o mesmo cadastro duas vezes?
Não. Na governança entre global e local, o dono do portal escolhe a estratégia de catálogo: usar o catálogo global da CWS Platform e enriquecê-lo, pedir que as indústrias do setor alimentem esse catálogo global, manter um catálogo próprio exclusivo identificado por código interno, ou deixar cada seller cadastrar os seus itens. A matriz escolhe quais catálogos o portal exibe, e filiais e sellers herdam o dado mestre do produto (código do fabricante, nome, composição, NCM, dimensões) e estendem com o que é deles: código interno, preço, orçamento, depósito e estoque, ou seja, a oferta regional. Um parceiro novo captura o catálogo que já existe em vez de recadastrar do zero, o que encurta o go-to-market dele.