Pular para o conteúdo
platform
PT EN

Solução por setor · Agro

A safra não espera a planilha.

Cada cotação grande atravessa planilha, telefone e dias de espera, enquanto o preço muda por região, por cultura e por campanha, e o crédito vem amarrado em barter. Quando a cotação volta, a janela de preço já passou. A CWS Platform põe a decisão de preço, crédito e mix dentro de trilhos governados, calculados em milissegundos, sem tirar o RTV da relação com o produtor.

Hero do agro: a regra de preço por região e cultura configurada no painel chega à cotação do produtor com janela de validade curta.

Porte-alvo

R$ 200 mi a R$ 2 bi de receita, 5 a 80 filiais, 50 a 500 representantes (RTVs).

Dor central

Cotação manual, preço por região e cultura, crédito amarrado em barter e o ciclo de safra que faz uma cotação grande levar dias.

O agro em 1 minuto

Fale com a CWS hoje

Voz e imagens geradas por IA.

O que muda

A resposta não é trocar o RTV por um robô. É dar ao representante uma mesa de negociação digital (Assisted Selling Platform, o Sales Hub) onde preço por região e cultura, crédito e composição do pedido já vêm governados por regra (Commerce Rules Engine, o CDL Workspace). O barter deixa de ser um acordo paralelo e vira forma de pagamento nativa no fechamento (Credit-First B2B Checkout), com o preço indexado à campanha calculado na hora (Contextual Pricing). O produtor enxerga mais catálogo, o pedido fecha sem o gargalo da planilha, e o RTV volta a cuidar da indicação técnica e da relação.

Tela de configuração do preço no agro, com a regra aberta mostrando região, cultura e a janela de validade que o ciclo de safra exige.
A política de preço, escrita uma vez. Região, cultura e campanha entram como regra no Commerce Rules Engine, e o Contextual Pricing calcula o preço em milissegundos, com a validade que a safra pede.
RTV de uma distribuidora agro sorri, tranquilo, de camisa de campo cor de areia na beira da lavoura, com o galpão da fazenda desfocado ao fundo, de dia.

Persona · RTV de distribuidora agro

A cotação sai sem espera, e eu voltei a cuidar da indicação técnica.

No Sales Hub da CWS Platform, preço por região e cultura, crédito e composição do pedido vêm governados por regra, sem planilha.

Produtora rural de trança grisalha e camisa de brim azul sorri, serena, na varanda do galpão da fazenda, com a lavoura verde desfocada ao fundo, de dia.

Persona · Produtora rural

Fecho o pedido com o barter dentro, e meu RTV continua do meu lado.

O barter vira forma de pagamento nativa no fechamento, com o preço da campanha calculado na hora (Contextual Pricing), sem tirar o RTV da relação.

Por ângulo de decisor

CEO

A dor: O produtor jovem já compra digital e o concorrente que nasceu online avança no seu território.

O que muda: A transição do RTV para o agente acontece sem perder a relação que sustenta o canal.

Diretor comercial

A dor: O RTV passa a maior parte do tempo cotando em planilha, não vendendo, e cada campanha nova vira retrabalho manual.

O que muda: A produtividade do RTV sobe porque preço, crédito, barter e cota são governados por regra.

CFO

A dor: O crédito amarrado em barter e a margem por safra escapam do controle, e o custo por cotação corrói a margem antes do insumo sair.

O que muda: Barter como pagamento nativo e concessão rastreável (Reason Codes) tornam o crédito auditável.

CIO

A dor: Integrar cota, preço por cultura e barter ao ERP do agro parou em iniciativas digitais que ninguém usa.

O que muda: A plataforma orquestra sobre o ERP, não substitui, com governança de cota e preço em camada paralela.

Comparação entre a cotação que atravessa planilha e telefone e volta com a janela de preço vencida e o preço calculado na hora, ainda válido.
Quando a cotação volta, a janela já passou. O ciclo de safra não espera o caminho manual. Com preço, crédito e composição governados por regra, a resposta chega dentro da janela em que ela ainda vale.

A capacidade que ninguém replica

Barter como pagamento nativo

O crédito da campanha, a troca por grão e as condições de safra entram no fechamento como forma de pagamento governada (Net Terms 30/60/90), em vez de virarem acordo manual reconciliado depois.

Preço indexado à campanha, com validade curta

Preço por região, cultura e campanha calculado em milissegundos, com a janela de validade que o ciclo de safra exige, para a cotação não voltar já vencida.

Tela de pagamento da loja-exemplo com o barter como forma de pagamento governada ao lado do cartão e do prazo, dentro do mesmo fechamento.
O barter entra no fechamento. O crédito de campanha e a troca por grão viram forma de pagamento governada no Credit-First B2B Checkout, em vez de acordo paralelo reconciliado depois.

Os trilhos de negociação, no vocabulário do agro

Barter como pagamento nativoNet Terms 30/60/90Contextual Pricing por região e culturaApproval WorkflowsDiscount Stacking PreventionAutonomy Gradient (Human-in-the-Loop)
Fluxo da negociação em campo sem sinal: catálogo e alçada válidos no aparelho, a mesma regra do escritório e a sincronização quando a conexão volta.
Sem sinal, e ainda dentro da regra. O aplicativo do vendedor tem paridade funcional com cache local. Operar offline não abre exceção de margem: a regra que limita a concessão é a mesma.
Conversa de cotação no celular, num revendedor de insumos agrícolas: o produtor pede 200 sacas em texto corrido, a plataforma responde que já aplicou o preço da região e o barter da safra, e marca três de quatro itens conferidos.

A cotação nasce na conversa, no meio da lavoura

Uma cotação sendo montada no celular: o pedido chega em texto corrido e a plataforma devolve o preço já regionalizado, com o que falta conferir.

  • O pedido chega em português"Preciso de 200 sacas" já é um pedido montável: ninguém digita código de produto na beira do talhão.
  • Preço regional e barter juntosA safra tem preço por região e troca por produto; os dois entram no mesmo pedido, sem planilha paralela.
  • O que falta fica visívelTrês de quatro itens conferidos, e o prazo de entrega em aberto: a pendência é do humano, e aparece.

No agro a negociação não começa num portal, começa numa conversa, e é ali, no meio da lavoura, que a régua de preço precisa valer. A tela mostra a montagem acontecendo dentro do diálogo, não depois dele.

Em operação

A CWS Platform aplica ao agro o mesmo mecanismo que já governa operações complexas de distribuição: a cotação sai da planilha e vira pedido governado, o preço por região e cultura é calculado na hora, e o crédito de campanha é tratado como pagamento nativo, tudo sob regra determinística com a IA em Human-in-the-Loop. A prova nomeada, com números, entra aqui assim que houver um caso do agro liberado pelo cliente, sem importar número de outro setor como se fosse deste.

Perguntas frequentes

Meu produtor compra no olho do RTV. Isso não vai afastar ele?

O RTV continua no centro. O digital amplia o alcance dele, mais catálogo e cotação sem espera, e assume o rotineiro, enquanto o representante cuida da indicação técnica e da relação. A IA sugere, o RTV decide, sob o Autonomy Gradient (Human-in-the-Loop).

Barter é acordo caso a caso. Dá para colocar isso num sistema?

Sim. O barter entra como forma de pagamento governada por regra no fechamento (Credit-First B2B Checkout), com as condições da campanha parametrizadas, em vez de virar planilha reconciliada depois.

No campo o sinal cai. O vendedor consegue negociar sem internet estável?

Consegue. O aplicativo do vendedor não é o site redimensionado, é paridade funcional com cache local: catálogo, preço e alçada ficam válidos no aparelho, a negociação acontece onde o sinal é fraco ou ausente, e a sincronização ocorre quando a conexão volta. A regra que limita a concessão é a mesma do escritório, então operar offline não abre exceção de margem.

Meu preço muda por região, cultura e campanha. O portal não vai achatar isso?

Não achata. A regra é justamente a sua política de preço por região e cultura (Contextual Pricing), calculada em milissegundos e com janela de validade curta. A governança modela a política, não padroniza a decisão.