Um sistema só para o ecossistema inteiro: quantas ferramentas a sua equipe precisa aprender?
As ferramentas que cada fornecedor documenta por papel e como a CWS Platform trata o mesmo ponto.
Um canal B2B não é operado por uma pessoa só. Há quem cadastra produto, quem publica conteúdo, quem cuida de campanha, quem acompanha pedido e quem integra sistemas, e em um marketplace há ainda as equipes dos sellers. Cada um desses papéis usa uma ferramenta, e a pergunta deste texto é quantas ferramentas a sua operação teria de aprender.
Reunimos o que a documentação pública de SAP, Salesforce e Adobe registra sobre as ferramentas de cada papel, e descrevemos como a CWS Platform trata o mesmo ponto. Contar ferramentas não diz qual plataforma é a certa. Diz quanto treinamento e quanta coordenação entram no projeto.
O que a documentação de cada fornecedor registra
SAP. No material de treinamento da própria SAP, o Backoffice é descrito como a ferramenta principal dos usuários de negócio, com interfaces especializadas por papel: o texto lista o Administration Cockpit, o Product Cockpit, a perspectiva Adaptive Search, o Customer Support Cockpit, o Order Fulfilment Cockpit e a Integration UI Tool. O conteúdo web é gerido no SmartEdit, apresentado como a ferramenta de gestão de conteúdo do SAP Commerce Cloud. O build e a implantação passam pelo SAP Commerce Cloud Portal. O marketplace é um produto à parte, o SAP Commerce Marketplace Management by Mirakl.

Salesforce. No B2B Commerce, os portais são criados com componentes Lightning e Experience Builder. A gestão de pedidos aparece como produto próprio, o Salesforce Order Management, com o qual a loja se integra. A automação de marketing B2B é o Marketing Cloud Account Engagement, e a integração com outros sistemas é documentada com o MuleSoft. Parte desse conjunto veio de aquisições de 2018: a Salesforce concluiu a compra da CloudCraze, plataforma de comércio B2B construída sobre a Salesforce, e anunciou o acordo para adquirir a MuleSoft.
Adobe. O Commerce Admin é o lugar onde o lojista configura produtos e promoções e gerencia pedidos. O conteúdo pode ser gerido no Adobe Experience Manager, ligado ao comércio pelo Commerce Integration Framework. A automação de marketing é o Adobe Marketo Engage. As customizações rodam fora do processo do Commerce, como aplicações do App Builder. Para um marketplace com vários vendedores, o blog da própria Adobe orienta a usar uma extensão de marketplace.
Como a CWS Platform trata o mesmo ponto
Na CWS Platform, todos os usuários do ecossistema usam o mesmo CDL Workspace: dono do portal, sellers, gerentes de loja vendo pedidos, marketing para campanhas e equipe de produtos para cadastro, tanto na equipe do dono do portal quanto na dos sellers. Cliente e vendedor usam o mesmo sistema e a mesma interface.

Isso reduz o custo de aprendizado e de treinamento, facilita achar pessoas que já conhecem o sistema e reduz o custo de implementação.
| papel | o que a documentação dos fornecedores registra | CWS Platform |
|---|---|---|
| Cadastro de produtos | Na SAP, o Product Cockpit. Na Adobe, o Commerce Admin. | CDL Workspace. |
| Conteúdo e vitrine | Na SAP, o SmartEdit. Na Salesforce, o Experience Builder. Na Adobe, o Experience Manager. | CDL Workspace. |
| Campanhas e marketing | Na Salesforce, o Marketing Cloud Account Engagement. Na Adobe, o Marketo Engage. | CDL Workspace. |
| Pedidos | Na SAP, o Customer Support Cockpit e o Order Fulfilment Cockpit. Na Salesforce, o Order Management. Na Adobe, o Commerce Admin. | CDL Workspace. |
| Marketplace com sellers | Na SAP, o Marketplace Management by Mirakl. Na Adobe, uma extensão de marketplace. | Os sellers usam o mesmo CDL Workspace. |
O que perguntar antes de assinar
Quantos sistemas a sua equipe e os seus sellers precisam aprender para operar o canal? Quem treina cada papel, e quanto tempo leva até uma pessoa nova produzir?
Quando faz sentido ficar no ecossistema SAP, Salesforce ou Adobe
Nada do que está acima é motivo, por si só, para trocar de plataforma. Há cenários em que ficar no ecossistema é a decisão certa.
Empresa já padronizada em SAP. Quando a organização opera sob diretrizes corporativas globais e contratos já firmados com a fornecedora, a edição conectada ao back-end sincroniza dados mestres e faturas de forma estruturada, na estratégia de clean core.
Operação comercial construída sobre a Salesforce. Quando pipeline, territórios e divisão de receita entre equipes já vivem no Sales Cloud, manter o comércio no mesmo ecossistema preserva esse desenho.
Estrutura de compra delegada ao cliente, na Adobe. Quando a empresa compradora precisa administrar suas próprias divisões, usuários e papéis de compra, as contas de empresa do Adobe Commerce resolvem isso de forma nativa.
Por onde continuar
Se a sua pergunta ainda é qual arquitetura serve à sua operação, e não qual fornecedor escolher, o caminho é as sete perguntas que separam as arquiteturas de comércio B2B.
Marcas citadas neste artigo
- Salesforce
- SAP Commerce Cloud
- Adobe Commerce
Marcas e logotipos pertencem aos seus titulares. A citação não indica parceria nem endosso.
"Estavamos á quase 2 anos tentando implantar uma solução B2B, com a CWS, implantamos em 60 dias."
Quer ver isso na sua operação?
Operações B2B reais já rodam nisso.