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Quando a Implementação Não Termina · · 4 min

Um sistema só para o ecossistema inteiro: quantas ferramentas a sua equipe precisa aprender?

As ferramentas que cada fornecedor documenta por papel e como a CWS Platform trata o mesmo ponto.

Homem de cardigã verde segura uma caneta diante de um quadro branco com esboços de telas, com um colega sentado ao fundo.

Um canal B2B não é operado por uma pessoa só. Há quem cadastra produto, quem publica conteúdo, quem cuida de campanha, quem acompanha pedido e quem integra sistemas, e em um marketplace há ainda as equipes dos sellers. Cada um desses papéis usa uma ferramenta, e a pergunta deste texto é quantas ferramentas a sua operação teria de aprender.

Reunimos o que a documentação pública de SAP, Salesforce e Adobe registra sobre as ferramentas de cada papel, e descrevemos como a CWS Platform trata o mesmo ponto. Contar ferramentas não diz qual plataforma é a certa. Diz quanto treinamento e quanta coordenação entram no projeto.

O que a documentação de cada fornecedor registra

SAP. No material de treinamento da própria SAP, o Backoffice é descrito como a ferramenta principal dos usuários de negócio, com interfaces especializadas por papel: o texto lista o Administration Cockpit, o Product Cockpit, a perspectiva Adaptive Search, o Customer Support Cockpit, o Order Fulfilment Cockpit e a Integration UI Tool. O conteúdo web é gerido no SmartEdit, apresentado como a ferramenta de gestão de conteúdo do SAP Commerce Cloud. O build e a implantação passam pelo SAP Commerce Cloud Portal. O marketplace é um produto à parte, o SAP Commerce Marketplace Management by Mirakl.

Comparação em dois painéis: à esquerda, quatro janelas separadas, uma por papel; à direita, uma única interface com destaque magenta.

Salesforce. No B2B Commerce, os portais são criados com componentes Lightning e Experience Builder. A gestão de pedidos aparece como produto próprio, o Salesforce Order Management, com o qual a loja se integra. A automação de marketing B2B é o Marketing Cloud Account Engagement, e a integração com outros sistemas é documentada com o MuleSoft. Parte desse conjunto veio de aquisições de 2018: a Salesforce concluiu a compra da CloudCraze, plataforma de comércio B2B construída sobre a Salesforce, e anunciou o acordo para adquirir a MuleSoft.

Adobe. O Commerce Admin é o lugar onde o lojista configura produtos e promoções e gerencia pedidos. O conteúdo pode ser gerido no Adobe Experience Manager, ligado ao comércio pelo Commerce Integration Framework. A automação de marketing é o Adobe Marketo Engage. As customizações rodam fora do processo do Commerce, como aplicações do App Builder. Para um marketplace com vários vendedores, o blog da própria Adobe orienta a usar uma extensão de marketplace.

Como a CWS Platform trata o mesmo ponto

Na CWS Platform, todos os usuários do ecossistema usam o mesmo CDL Workspace: dono do portal, sellers, gerentes de loja vendo pedidos, marketing para campanhas e equipe de produtos para cadastro, tanto na equipe do dono do portal quanto na dos sellers. Cliente e vendedor usam o mesmo sistema e a mesma interface.

Tela de painel de controle corporativo com barra superior magenta e painéis para catálogo de produtos e gestão de pedidos.

Isso reduz o custo de aprendizado e de treinamento, facilita achar pessoas que já conhecem o sistema e reduz o custo de implementação.

papel o que a documentação dos fornecedores registra CWS Platform
Cadastro de produtos Na SAP, o Product Cockpit. Na Adobe, o Commerce Admin. CDL Workspace.
Conteúdo e vitrine Na SAP, o SmartEdit. Na Salesforce, o Experience Builder. Na Adobe, o Experience Manager. CDL Workspace.
Campanhas e marketing Na Salesforce, o Marketing Cloud Account Engagement. Na Adobe, o Marketo Engage. CDL Workspace.
Pedidos Na SAP, o Customer Support Cockpit e o Order Fulfilment Cockpit. Na Salesforce, o Order Management. Na Adobe, o Commerce Admin. CDL Workspace.
Marketplace com sellers Na SAP, o Marketplace Management by Mirakl. Na Adobe, uma extensão de marketplace. Os sellers usam o mesmo CDL Workspace.

O que perguntar antes de assinar

Quantos sistemas a sua equipe e os seus sellers precisam aprender para operar o canal? Quem treina cada papel, e quanto tempo leva até uma pessoa nova produzir?

Quando faz sentido ficar no ecossistema SAP, Salesforce ou Adobe

Nada do que está acima é motivo, por si só, para trocar de plataforma. Há cenários em que ficar no ecossistema é a decisão certa.

Empresa já padronizada em SAP. Quando a organização opera sob diretrizes corporativas globais e contratos já firmados com a fornecedora, a edição conectada ao back-end sincroniza dados mestres e faturas de forma estruturada, na estratégia de clean core.

Operação comercial construída sobre a Salesforce. Quando pipeline, territórios e divisão de receita entre equipes já vivem no Sales Cloud, manter o comércio no mesmo ecossistema preserva esse desenho.

Estrutura de compra delegada ao cliente, na Adobe. Quando a empresa compradora precisa administrar suas próprias divisões, usuários e papéis de compra, as contas de empresa do Adobe Commerce resolvem isso de forma nativa.

Por onde continuar

Se a sua pergunta ainda é qual arquitetura serve à sua operação, e não qual fornecedor escolher, o caminho é as sete perguntas que separam as arquiteturas de comércio B2B.

Marcas citadas neste artigo

  • SAP
  • Salesforce
  • SAP Commerce Cloud
  • Adobe Commerce

Marcas e logotipos pertencem aos seus titulares. A citação não indica parceria nem endosso.

"Estavamos á quase 2 anos tentando implantar uma solução B2B, com a CWS, implantamos em 60 dias."
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