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Para quem

B2B complexo, com canal de venda de verdade e ERP no centro.

A CWS Platform é para empresas de mid-market e enterprise com canal de venda complexo (representantes, multi-filial, mix grande, pedido de várias linhas) e dependência de ERP, onde o imposto invisível do custo de transação por pedido come a margem antes do produto chegar ao cliente.

Verticais prioritárias

A mesma dor estrutural, vocabulários diferentes.

Distribuição agro e revenda de insumos

Cotação manual em planilha, preço por região e cultura, crédito amarrado em barter, ciclo de safra. Dias por cotação grande.

Autopeças e aftermarket

SKU explodindo (200 mil ou mais), preço por cliente e região, frete reverso, troca e garantia, conciliação com a montadora.

Construção e materiais

Projeto é orçamento longo, mix técnico (engenheiro especifica, comprador executa), frete cubado, ICMS por estado, política por construtora.

Moda atacadista e vestuário B2B

Pré-venda no book, coleção que não roda vira capital morto, sell-out invisível, representante com prancheta.

Verticais adjacentes (oportunidade, não foco): saúde e farma, MRO industrial, alimentos atacado, e correlatos com a mesma lógica estrutural.

Quem decide

Cada decisor ouve uma coisa diferente sobre o mesmo produto.

CEO, dono ou presidente

Valoriza: Tese, escala, blindagem competitiva.

A dor: Estou perdendo o comprador jovem, e o concorrente nasceu digital.

Diretor comercial e VP de vendas

Valoriza: Produtividade do representante, conversão, margem por cliente.

A dor: O vendedor passa a maior parte do tempo cotando, não vendendo.

CFO e diretor financeiro

Valoriza: Margem, capital de giro, risco de crédito, governança.

A dor: A receita cresce, mas a margem some.

CIO, CTO e head de digital

Valoriza: Arquitetura, integração com o ERP, governança, sem lock-in.

A dor: Tenho iniciativas digitais paradas em prova de conceito, e ninguém usa.

Quando a CWS é a escolha certa

  • A negociação é multidimensional (preço por cliente, volume, região, contrato).
  • Crédito é meio de pagamento, com Net Terms e condições especiais.
  • Há força de vendas com carteira, e a governança de desconto e margem é crítica.
  • O ERP é central, e o que falta é a camada de comércio e governança sobre ele.

Quando não é

  • B2C puro ou DTC sem canal indireto.
  • Operação pequena, sem canal complexo, em que ferramentas leves já resolvem.
  • Quem busca uma ferramenta isolada, sem a visão de trilhos de negociação governada.

O porte muda a pergunta, não o mecanismo.

A mesma governança serve a operações de tamanhos muito diferentes, mas o que dói em cada uma não é a mesma coisa, e é isso que costuma decidir por onde a implantação começa.

Grande corporação

A pergunta é de coordenação.

Muitos fornecedores, muitos depósitos, muitas equipes com autonomia diferente. O risco não é errar o preço uma vez, é não conseguir reconstruir quem concedeu o quê. Aqui o valor está na alçada por perfil, na justificativa obrigatória e no fato de a regra valer igual para pessoa e para agente. Costuma começar por uma unidade, e não pela empresa toda.

Empresa média em crescimento

A pergunta é de proporção.

A carteira cresce e o time não pode crescer junto. O ganho vem de tirar o pedido rotineiro da mesa do vendedor sem perder a margem no caminho, o que só funciona quando o autoatendimento carrega as mesmas regras da mesa. É o porte em que a Venda Digital B2B e a Venda Assistida precisam conviver desde o primeiro dia.

Operação menor com complexidade real

A pergunta é de acesso.

Poucas pessoas, e ainda assim preço por cliente, crédito faturado e imposto por origem. A complexidade não vem do tamanho, vem do setor. O caminho aqui é entrar por um nível baixo do espectro de entrada, sem risco de margem, e subir conforme a operação amadurece.

Reconheceu a sua operação?

Vamos mostrar o mecanismo aplicado ao seu setor.

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