Solução por setor · Moda
A coleção que não roda vira capital morto, e ninguém enxerga.
Na moda atacadista, o dinheiro trava na coleção: a pré-venda acontece no book, o representante anota na prancheta, a produção segue o pedido, e o que não roda vira capital morto. Pior, o sell-out, o que de fato vendeu na ponta, é invisível para quem produziu. A CWS Platform mantém o showroom e o relacionamento que vendem a coleção, e cobre o que escapa: a reposição e a leitura do giro real.
Porte-alvo
R$ 80 mi a R$ 800 mi de receita, marca própria ou multimarca, coleção duas vezes por ano.
Dor central
Pré-venda no book que vira produção, representante com prancheta, coleção parada como capital morto e sell-out invisível.

O pedido é por grade, e a grade volta para quem produziu
A reposição montada por cor e tamanho, com a quantidade em cada caixa da grade, o giro de cada cor na loja e o total em peças e em valor.
- A grade é a unidadeAs quantidades entram por cor e tamanho na mesma matriz, e o total sai em peças e em valor sem uma segunda etapa.
- O giro fica ao lado da escolhaCada cor mostra como girou na loja, do que esgotou em 11 dias ao que está parado desde a entrega do book.
- O sell-out volta sozinhoO que sai daqui volta para quem produziu por lojista e por grade, no próprio fluxo, sem depender de planilha enviada.
Moda não compra unidade, compra grade, e um portal que ignora isso obriga o lojista a traduzir o pedido dele para o formato do sistema. Aqui a grade é a própria unidade de compra, com o giro ao lado de cada cor para a decisão acontecer na mesma tela. E o retorno fecha o ciclo: o que sai vira sell-out por lojista e por grade dentro do fluxo do portal, então a marca decide coleção pelo que vendeu na ponta, e não pela pré-venda do book.
O que muda
O showroom segue vendendo a coleção pelo relacionamento. A CWS Platform cobre o que escapa depois: a reposição automática, ciente de estoque, e a leitura do sell-out por lojista e por grade, hoje cega. O book e a grade viram pedido governado num portal do lojista sem código (Assisted Selling Platform e No-Code Storefront Builder), o lojista repõe sem fricção, e a marca passa a enxergar o giro real na ponta. A coleção parada deixa de ser surpresa no balanço.
Por ângulo de decisor
CEO
A dor: Produzo no escuro, sem saber o que realmente vendeu na ponta, e a coleção encalhada só aparece no balanço.
O que muda: Sell-out visível, com a marca enxergando a ponta e decidindo coleção com dado, não com palpite.
Diretor comercial
A dor: A venda inicial (book) fecha no showroom, mas a reposição depende de o representante lembrar de cada lojista.
O que muda: Reposição automática somada ao book, com o representante focado na relação e na próxima coleção.
CFO
A dor: O capital fica preso em coleção que não gira, e o custo de servir o pedido pequeno de reposição não fecha a conta.
O que muda: Giro de coleção e capital morto sob controle, com a reposição de baixo ticket viável ao mesmo custo operacional.
CIO
A dor: PDV, ERP e produção não se falam, e o sell-out morre na planilha do lojista.
O que muda: Do PDV ao ERP e à produção num fluxo só, com o sell-out capturado e devolvido para a decisão de coleção.
A capacidade que ninguém replica
Reposição automática ciente de estoque
A reposição vira sugestão governada por ruptura e giro, com a IA em Autonomy Gradient (propõe, o time confirma), para o lojista repor sem depender de alguém lembrar.
Leitura de sell-out por lojista e grade
O que vendeu de fato na ponta, por lojista e por grade, deixa de ser invisível e alimenta a decisão de coleção, separando o que gira do capital morto antes do balanço.
Os trilhos de negociação, no vocabulário da coleção
Em operação
No atacado de vestuário, a CWS Platform sustenta o Circuito de Compras (CDC), o shopping atacadista de varejo popular do Brás, em São Paulo. Com tecnologia CWS Platform, o CDC opera um portal que agrega diversas bandeiras e unifica a operação, já disponível e rodando para os lojistas, com governança de catálogo no centro. A mesma base sustenta o MayaApp CDC, o aplicativo mobile white-label voltado aos pequenos lojistas do Brás e do Brasil, com alcance internacional e um agente de IA da CWS Platform para a curadoria de catálogo. É a tese de escala sem massa aplicada à moda: manter a relação que vende e ganhar alcance digital sem inchar a estrutura.
Perguntas frequentes
Venda no showroom é relacionamento. Portal não substitui isso.
E não deve. O showroom e o book seguem sendo a venda da coleção. O digital cobre o que o showroom não alcança: a reposição no meio da temporada e a leitura do sell-out.
Reposição automática não vai empurrar a coleção que já está encalhada?
Não. A reposição é ciente de estoque e de giro, e a IA propõe para o time confirmar (Autonomy Gradient). O objetivo é repor o que vende, não escoar o que travou.
Como vou enxergar sell-out se o lojista não me reporta?
O sell-out é capturado no próprio fluxo do portal do lojista, por lojista e por grade, e volta para a marca como leitura de giro, sem depender de o lojista mandar planilha.