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Módulo determinístico

Product Catalog & MDM (Catalog Engine)

O comprador procura uma peça, não encontra, e compra do concorrente. No B2B complexo esse é um problema de cadastro, não de vitrine. Atributo técnico ausente, tabela de aplicação incompleta e equivalência mal mapeada geram devolução cara e venda perdida, e nenhuma campanha corrige isso.

Página de listagem de pneus da CWS Platform com 148 produtos na região selecionada: facetas de marca, medida, índice de carga, índice de velocidade, faixa de preço e disponibilidade, cada opção com a sua contagem, os filtros aplicados visíveis acima da grade e os produtos com preço, parcelamento e situação de estoque.

O sortimento chega estruturado, não empilhado

A categoria com 148 produtos, as facetas com a contagem de cada opção, os filtros já aplicados visíveis acima da grade e a situação de estoque item a item.

  • A contagem vem antes do cliqueCada opção de marca, medida ou faixa de preço mostra quantos itens tem atrás dela, então filtrar não é aposta.
  • O filtro aplicado fica à vistaOs seis filtros ativos aparecem acima da grade, cada um removível sozinho, sem precisar reabrir a coluna.
  • Disponibilidade é facetaPronta entrega, retirada na loja e sob pedido entram como filtro, e não como surpresa na hora do frete.

Catálogo grande não é vantagem por si: vira problema quando o comprador não acha. O que o módulo entrega é a estrutura que torna o sortimento navegável, e ela aparece inteira aqui: cada faceta traz quantos itens existem atrás dela, então o comprador sabe o tamanho da escolha antes de clicar. Os filtros aplicados ficam visíveis e removíveis um a um, e a disponibilidade é faceta como qualquer outra.

O que é

O módulo que trata o dado de catálogo como ativo crítico da operação. Ele amarra o produto numa cadeia de integridade que vai do produto ao SKU, do SKU ao estoque e do estoque ao depósito, e sustenta as quatro composições de venda: unitário, par, kit e conjunto. É sobre esse cadastro que preço, disponibilidade e pedido se apoiam depois. Catálogo errado não vira problema de catálogo: vira pedido errado.

A capacidade que ninguém replica

Rastreabilidade de componente na composição

O kit não é um SKU de fachada. A plataforma conhece cada componente dele, e se uma peça falta a oferta do kit é suspensa em vez de virar pedido que a expedição descobre depois. A integridade vale na venda, não na conferência.

Equivalência entre marcas e tabela de aplicação

A referência cruzada liga códigos concorrentes, e a aplicação liga o SKU ao veículo ou equipamento em que ele serve. É o que uma vitrine de origem B2C não modela: ela indexa produto, e o aftermarket precisa indexar compatibilidade.

A escada do cadastro, e por que ela é comercial

Riqueza de cadastro não é capricho de dado mestre. É o que decide se o item é achável. A escada abaixo dá um eixo mensurável para o catálogo, e o avanço de um degrau para o outro é meta de operação com efeito direto na venda.

  1. N1 O código O item existe e tem o código do fabricante. É o piso: dá para pedir, mas quase ninguém acha sem saber o código de cor.
  2. N2 Nome e dimensões O item ganha nome legível, ficha técnica e atributos filtráveis. Passa a aparecer em busca e em filtro, não só em consulta direta.
  3. N3 Aplicação e imagem O item ganha imagem, aplicação e equivalência. Passa a ser encontrado por quem não sabe o código, que é a maior parte da demanda.

Na prática a base começa concentrada em N1 e afina para o topo. Subir a massa de N1 para N2, e o giro para N3, é o trabalho de catálogo que a CWS Platform entrega junto com a tecnologia.

Em operação

Imdepa · distribuição de autopeças

cerca de 23 mil SKUs

num portfólio que atende aproximadamente 16 mil clientes corporativos em 9 estados, nos segmentos agrícola, industrial e automotivo.

Com o catálogo íntegro, o comprador monta sozinho um pedido de mais de 250 SKUs num carrinho único. O que sustenta esse pedido não é a tela: é o cadastro atrás dela.

Ler o caso Imdepa →

Perguntas frequentes

Meu cadastro tem atributo faltando e nome de peça inconsistente. Dá para subir assim?

Sim, e é assim que quase toda operação começa. O cadastro entra no estado em que está e evolui por nível: primeiro o código do fabricante, depois nome e dimensões, depois aplicação e imagem. Cada nível a mais aumenta a chance de o item ser encontrado e comprado, então a evolução do cadastro vira meta operacional com progresso visível, não um pré-requisito que trava o projeto.

A plataforma reconhece que a peça de uma marca substitui a de outra?

Sim. A referência cruzada liga códigos equivalentes entre fabricantes, e a tabela de aplicação liga o SKU ao veículo ou equipamento em que ele serve. O comprador chega pelo código que ele conhece, pelo número de série ou pela vista explodida do conjunto, e ainda assim encontra o item certo.

Matriz e filial precisam manter o mesmo cadastro duas vezes?

Não. A governança entre global e local deixa o dado mestre com a matriz, e filiais e sellers herdam esse dado e estendem com oferta regional. Um parceiro novo captura o catálogo que já existe em vez de recadastrar do zero, o que encurta o go-to-market dele.