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Varejo popular e atacado de vestuário

Caso qualitativo

Circuito de Compras (CDC): um portal multi-bandeira para o atacado popular

Um shopping atacadista do Brás levou a operação para um portal multi-bandeira, já no ar, sobre a tecnologia da CWS Platform, com um app mobile white-label de alcance internacional.

Cliente: Circuito de Compras (CDC)

Caso contado pelo mecanismo e pela tecnologia. Sem números públicos, por opção do cliente.

O Circuito de Compras (CDC) é um shopping atacadista do varejo popular no Brás, em São Paulo, ligado à Nova Feira da Madrugada. Reúne lojistas brasileiros, chineses, bolivianos e árabes, atendendo revendedores de todo o Brasil. É um hub global na composição do público.

Este é um caso qualitativo: contamos o mecanismo e a tecnologia, não números. O que importa aqui é a amplitude. Onde Tracbel e Imdepa mostram resultado com cifra, o CDC mostra alcance: mobile, internacional, IA e multi-bandeira.

O portal multi-bandeira

Sobre a tecnologia da CWS Platform, o CDC abriu um portal que agrega diversas bandeiras e unifica a operação num lugar só. O portal já está disponível para os clientes e está rodando. A governança de catálogo, o coração da unificação multi-bandeira, vem dos mesmos trilhos que sustentam o restante da plataforma.

O MayaApp CDC

Em paralelo ao portal web, o projeto tem uma frente mobile: o MayaApp CDC, um aplicativo white-label voltado aos pequenos lojistas do Brás e do Brasil, com potencial de alcance internacional. Ele aceita pagamentos internacionais, condizente com a alta presença de compradores de fora (China, Bolívia, mundo árabe, América Latina), e atende em vários idiomas (português, inglês, francês, espanhol e mandarim).

Dentro do MayaApp CDC opera um agente de IA da CWS Platform para a catalogação e a curadoria de produto. A personificação do agente é decisão do cliente, não da plataforma.

A leitura do caso: a mesma base de tecnologia que governa a negociação B2B complexa também sustenta um app de varejo popular internacional. Profundidade num caso, amplitude no outro.

Perguntas frequentes sobre este caso

Meu negócio é atacado popular, com muitos lojistas e bandeiras diferentes debaixo do mesmo teto. A mesma plataforma serve?

Serve, e o CDC é o caso que mostra isso. O portal agrega bandeiras diferentes e unifica a operação num lugar só, o que exige governança de catálogo antes de exigir qualquer coisa de vitrine: quem pode publicar o quê, como a oferta de um lojista convive com a do vizinho, o que o comprador vê como um sortimento coerente. É a mesma base que sustenta a negociação B2B complexa, aplicada a um problema de composição em vez de um problema de contrato.

Por que este caso não tem números?

Por opção do cliente, e a régua aqui é pública: caso qualitativo é contado pelo mecanismo e pela tecnologia, sem cifra. Isso não é um caso mais fraco, é um caso que responde a outra pergunta. Onde Tracbel e Imdepa mostram profundidade com resultado medido, o CDC mostra amplitude: multi-bandeira, mobile, internacional e com agente de IA em operação. Publicar número sem a chancela de quem é dono dele seria pior do que não publicar.

O agente de IA do MayaApp CDC decide sozinho o que vai para o catálogo?

Não. O agente cataloga e faz a curadoria de produto, que é onde ele economiza um trabalho manual enorme, mas quem executa a verdade transacional é a plataforma: identidade do comprador, preço válido, estoque, pedido. Essa fronteira é deliberada. A IA orquestra e propõe; o mecanismo é que garante que o que foi proposto pode mesmo ser vendido. Até a personificação do agente, o nome e a cara que ele tem no aplicativo, é decisão do cliente, não da plataforma.

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