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Perguntas frequentes
Isto é para a minha operação?
O que é a CWS Platform?
A CWS Platform é uma B2B Commerce Platform for Governed Negotiation, uma infraestrutura de negociação para o comércio entre empresas. Não é uma loja virtual adaptada para o B2B: é a camada onde preço, entrega, pagamento, quantidade e composição são negociáveis dentro de regras que a empresa define. São 11 módulos determinísticos e 6 AI Agents, sobre 1.029 parâmetros configuráveis.
Ver a plataforma →Que problema ela resolve?
O problema de que, no B2B complexo, a venda não é um clique: é uma negociação sobre várias condições ao mesmo tempo. Quando essa negociação vive em telefone, planilha e e-mail, três coisas acontecem juntas: o custo de processar cada pedido cresce, a margem vaza por concessão que ninguém consegue somar, e o canal digital não passa de vitrine porque o preço que ele mostra não é o preço que fecha.
Ver Governed Negotiation →Qual a diferença entre e-commerce tradicional e commerce B2B complexo?
No e-commerce o preço é um dado do produto e o comprador aceita ou sai. No B2B complexo o preço é resultado de quem compra, de onde sai a mercadoria, sob qual condição de pagamento e sob qual regra fiscal, e ainda pode ser negociado. Some-se a isso que o crédito costuma ser o meio de pagamento e que o vendedor participa da transação. É por isso que plataformas de preço fixo, adaptadas para B2B, travam na primeira operação que negocia de verdade.
Ver o verbete Governed Negotiation no glossário →Para que tipo de empresa a CWS Platform faz sentido?
Para operações B2B de médio e grande porte em que preço, crédito e mix variam por cliente: distribuição e atacado, autopeças e reposição, agronegócio, construção e materiais, moda atacadista, indústria que vende para revenda. O sinal mais confiável não é o setor, é a pergunta: a sua tabela de preço tem exceção por cliente, e alguém precisa aprovar desconto?
Ver para quem a plataforma é →E para qual tipo de empresa ela não faz sentido?
Para operação de preço fixo e checkout simples, a CWS Platform é excessiva. Se não há preço variável por cliente, vendedor ativo na transação, estoque em vários depósitos nem governança de desconto, plataformas como Shopify Plus ou VTEX resolvem melhor e mais barato. A plataforma foi desenhada para complexidade, e onde a complexidade não existe ela só cobra por ela.
Falar com a gente sobre o seu caso →Por que a CWS Platform e não outra?
O que ela faz que uma plataforma de e-commerce B2B não faz?
Trata a negociação como conceito central, não como recurso adicionado depois. Na prática isso aparece em quatro lugares: preço derivado do contexto da transação e não de uma tabela fixa; crédito como meio de pagamento nativo no checkout, com prazo de 30, 60 ou 90 dias; o vendedor operando dentro do mesmo núcleo que o comprador, com o mesmo preço e o mesmo estoque; e a concessão de desconto acontecendo dentro de limite, com justificativa registrada.
Ver Governed Negotiation →Como ela se compara a VTEX, Salesforce, SAP ou Shopify Plus?
São categorias diferentes, e a comparação honesta depende do que você precisa. Plataformas de e-commerce resolvem vitrine e checkout de preço fixo muito bem. CRM resolve relacionamento e pipeline. ERP é o sistema de registro. A CWS Platform não substitui nenhum dos três: ela é a camada de negociação governada entre o ERP e os canais, que é justamente o pedaço que costuma ficar em planilha. Onde a sua operação negocia, é aí que a comparação faz sentido.
Ver a plataforma →O que significa configuração sobre código?
Significa que mudança de regra comercial é parâmetro, não release. Uma alteração de regra fiscal, um novo limite de desconto por perfil ou uma condição de pagamento para um cliente entram por configuração no Commerce Rules Engine (CDL Workspace) e valem imediatamente, sem fila de desenvolvimento. É o que muda o tempo de resposta da área comercial de trimestres para o mesmo dia.
Ver o CDL Workspace →Por que não construir isso internamente?
Porque o que parece um projeto de portal é, na verdade, um motor de regras comerciais com tudo o que vem junto: preço contextual com fiscalidade, crédito no checkout, limites de aprovação, prevenção de acúmulo de desconto, estoque distribuído e trilha de auditoria. Cada um é factível; juntos, e mantidos por anos enquanto a regra tributária muda, viram um produto paralelo ao negócio. A pergunta útil não é se conseguimos construir, é se queremos manter isto pelos próximos dez anos.
Ver como montamos a proposta →Existe risco de vendor lock-in?
O dado e a regra são seus. A integração com o ERP passa por uma camada de mapeamento, de modo que trocar o sistema de registro não obriga a refazer a plataforma, e as regras comerciais ficam expostas como configuração legível, não escondidas em código. Dito isso, qualquer plataforma que governa a sua operação cria dependência operacional. O que dá para exigir é portabilidade de dado e clareza de saída em contrato.
Ver as APIs e integrações →Como isso entra na minha operação?
Preciso trocar meu ERP?
Não. A CWS Platform orquestra sobre o ERP, por APIs e webhooks. O ERP continua sendo o cofre do dado, e a plataforma é a camada comercial que os canais consultam. Integrações associadas publicamente incluem SAP, TOTVS, Senior e Sankhya.
Ver arquitetura e segurança →Quanto tempo leva para entrar no ar?
Depende menos da plataforma e mais de dois fatores do lado do cliente: a qualidade do dado de catálogo e a clareza das regras comerciais que hoje vivem na cabeça das pessoas. A camada de governança entra em paralelo ao que já existe, sem exigir reengenharia do ERP, e é por isso que o primeiro corte costuma ser um recorte de operação, não a operação inteira.
Falar com a gente sobre o seu caso →E se a gente ainda não estiver pronto para isso?
Não existe pré-requisito de maturidade, existe ponto de entrada. A Jornada de Maturidade Digital (Digital Maturity Roadmap) tem quatro níveis, do portal B2B clássico ao trading com IA, e cada nível ativa camadas sobre a mesma plataforma. O que entra no primeiro nível continua valendo no quarto, sem reconstrução, então a escolha do ponto de entrada é uma decisão reversível, não uma aposta.
Ver a Jornada de Maturidade Digital →Qual o papel do meu time e qual o papel da CWS Platform?
A CWS Platform entrega e sustenta a plataforma; o cliente conduz o comercial e o relacionamento, que é onde ele é insubstituível. Os dois se encontram na configuração das regras: elas são a tradução da política comercial da empresa e ninguém de fora consegue escrevê-las sozinho. Projeto que erra aqui vira software instalado sem operação por trás.
Ver o CDL Workspace →Quem opera a plataforma no dia a dia?
O time comercial e o time de catálogo do próprio cliente. A operação diária é configuração e curadoria, não desenvolvimento: ajustar regra de preço, revisar cadastro, acompanhar aprovação pendente. TI entra na integração e na governança de acesso, não no fluxo de todo dia.
Ver o Sales Hub →Que autonomia eu tenho para mudar regra sem chamar a CWS Platform?
Alta, e é o ponto do modelo. Limites de aprovação, política de desconto, condição de pagamento, regra por perfil de cliente e parâmetro fiscal são configuração no Commerce Rules Engine. Toda alteração exige um Reason Code, então a mudança fica com autor, data e motivo, que é o que torna a autonomia auditável em vez de arriscada.
Ver o verbete Reason Codes no glossário →Como é o modelo de cobrança?
SaaS com valor fixo previsível, sem taxa sobre o GMV no Core. AI Credits por ação dos agentes e take rate configurável no Marketplace. O desenho é deliberado: o custo não deve punir o crescimento, senão a plataforma passa a cobrar mais justamente quando ela funciona.
Ver preços →A plataforma atende operação internacional?
A arquitetura é multi-tenant, multimarca e multimoeda por desenho, e o site opera em português e inglês. Vale notar que a complexidade fiscal brasileira, com ICMS por unidade federativa e regras setoriais próprias, é mais exigente que a da maioria dos mercados, então o motor fiscal nasceu resolvendo o caso difícil.
Ver a plataforma em inglês →O que você também deveria perguntar
Limitações, trade-offs e as objeções que costumam ficar sem resposta.
A CWS Platform tem ecossistema de apps como VTEX ou Shopify?
Não, e é uma lacuna real. Não existe marketplace de plugins nem comunidade de desenvolvedores no tamanho dessas plataformas. O que existe no lugar é profundidade nativa, com 1.029 parâmetros configuráveis que cobrem por configuração o que em outras plataformas exige extensão, e uma camada de APIs abertas para o que for específico da sua operação. Se o seu critério de escolha é catálogo de apps de terceiros, este é um ponto contra.
Ver as APIs e integrações →A CWS Platform aparece nos quadrantes do Gartner ou do Forrester?
Hoje não. É uma lacuna de posicionamento, não de produto, e pode ser bloqueadora para organizações que exigem validação de analista como parte do processo de compra. O que dá para oferecer no lugar, e imediatamente, é conversa técnica de profundidade e contato com clientes atuais para referência.
Pedir uma conversa técnica →Há casos públicos com nome de cliente?
Sim, e com número. A Tracbel, dealer Volvo CE, registrou cerca de R$ 122 milhões de receita digital em 2025. A Imdepa, distribuidora de autopeças fundada em 1960, ativou 153 clientes e processou cerca de 60 mil pedidos em 3 anos. O Circuito de Compras levou um portal multi-bandeira do atacado do Brás ao ar. Nem todo cliente autoriza divulgação, então a lista pública é menor que a base.
Ver os casos →Quanto do meu negócio passa a depender da IA?
Menos do que a categoria sugere, e isso é uma decisão de arquitetura. O núcleo é determinístico: os 11 módulos executam regra por código, com custo zero de inferência, e os agentes são uma camada acima que consulta esse núcleo. Se um agente propuser algo fora dos limites, as Alçadas de Aprovação (Approval Workflows) barram, e os Pre-Submission Guardrails impedem que o pedido chegue a existir. A diferença é entre uma plataforma em que tudo depende da IA e uma em que a IA amplifica um núcleo que funciona sem ela.
Ver arquitetura e segurança →A plataforma é madura o suficiente?
A empresa foi fundada em 2012 e a plataforma está em produção desde 2013. São catorze anos no mesmo problema, em três fases: um marketplace B2B de autopeças até 2016, o pivot para SaaS e a expansão para agro e construção até 2022, e a IA com guardrails desde 2023. O custo de transação no comércio complexo é a tese desde o primeiro dia, não um reposicionamento recente. Maturidade de produto, porém, não é a única pergunta: vale perguntar também há quanto tempo estamos no seu setor específico, e essa resposta varia.
Ver a história da empresa →E se os meus vendedores sabotarem o portal?
É a objeção mais comum e a mais legítima, porque geralmente ela está certa: quando o portal é desenhado para substituir o vendedor, o vendedor reage, e ele tem os meios. O desenho aqui é o oposto: o vendedor opera dentro da mesma plataforma, com o mesmo preço e o mesmo estoque que o cliente vê, e continua remunerado pelo pedido que passa pelo canal digital da carteira dele. O portal tira dele o trabalho de digitar pedido de recompra, não a carteira.
Ver o portal de venda assistida →Ficou com outra dúvida?
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