Pular para o conteúdo
platform

AI Agent with Business Guardrails

Catalog Enrichment Agent

Um catálogo com milhares de itens não entra na plataforma pela porta da frente. Ele entra por uma planilha com descrição truncada, código do fornecedor no lugar do nome e uma pasta de fotos tiradas no balcão. O trabalho de transformar isso em catálogo que vende é real, é grande, e é o motivo pelo qual muito projeto digital B2B trava antes de ir ao ar.

Pipeline de enriquecimento de catálogo por SKU da CWS Platform: as sete etapas da foto do balcão à publicação, com as seis primeiras na zona verde e a publicação na amarela, e a lista de itens em andamento mostrando em que etapa cada SKU está e quem decide agora.

Seis etapas correm sozinhas, a sétima espera você

As sete etapas do pipeline com a faixa de cada uma, da foto do balcão à publicação do SKU, e os itens em andamento com a etapa em que pararam e quem decide agora.

  • A foto é a que existeA etapa 1 parte da foto tirada no balcão, com sombra e fundo de parede, sem estúdio e sem parar a operação.
  • A consequência define a faixaO que se desfaz com um clique o agente faz sozinho; o que muda a vitrine ou o preço passa por gente.
  • Por SKU, não por loteAs etapas rodam item a item, então um SKU emperrado na etapa 6 não segura os que já chegaram na 7.

É a melhor tela para explicar que a fronteira do Autonomy Gradient não é a posição da etapa, e sim a consequência dela. Tratar foto, propor título, descrição e ficha se desfaz com um clique, então corre sozinho. Publicar o SKU é a única etapa que o comprador vê, e é a única amarela. O pipeline roda por SKU e não por lote fechado, então um item emperrado é um item parado, não uma carga inteira.

O que é

O agente que transforma uma foto comum em item de catálogo pronto para vender. O pipeline tem 7 etapas, da foto à publicação por SKU, e passa por imagem profissional, ficha de produto e publicação no Product Catalog & MDM. É o agente que ataca o gargalo de entrada: o onboarding de catálogo em escala, que de outra forma consome semanas de trabalho manual e adia todo o resto do projeto.

A capacidade que ninguém replica

A foto do balcão vira imagem de catálogo, sem estúdio

Fundo tratado, enquadramento padronizado e a mesma apresentação para o item barato e para o item caro. O ganho não é estético: catálogo com padrão visual inconsistente ensina o comprador a desconfiar da parte que parece amadora, e ele desconfia do item, não da foto. Padronizar a apresentação é o que permite que milhares de SKUs convivam na mesma vitrine sem que uns derrubem os outros.

Pipeline por SKU, e não por lote que passa ou falha

As 7 etapas rodam item a item, então o catálogo entra em produção enquanto ainda está sendo enriquecido, e não depois que a última foto ficou pronta. Um SKU que emperra numa etapa é um SKU parado, não uma carga inteira parada. Numa operação que precisa abrir com o catálogo no ar, essa diferença define se o projeto entrega em ondas ou espera o fim.

As 7 etapas, e onde o humano entra

Gerar imagem por IA e propor título e descrição são ações reversíveis e de baixo risco, então elas rodam sozinhas: é a zona verde do Autonomy Gradient. Publicar o produto muda o que o comprador vê, e por isso a publicação é a etapa em que o agente propõe e o humano confirma. A regra que decide isso não é a posição da etapa no pipeline, é a consequência dela: o que se desfaz com um clique o agente faz, o que muda a vitrine ou o preço passa por gente. Onde a operação já confia no resultado, a faixa se ajusta na configuração, e a configuração é da empresa, não do agente.

Em operação

Circuito de Compras (CDC) · atacado de vestuário no Brás

Dentro do MayaApp CDC, o aplicativo white-label que atende os lojistas em cinco idiomas e aceita pagamento internacional, opera um agente de IA da CWS Platform para a catalogação e a curadoria de produto. É um caso qualitativo por decisão de liberação: contamos o mecanismo e a amplitude, não números. A personificação do agente, inclusive o nome pelo qual o lojista o chama, é decisão do cliente e não da plataforma.

Ler o caso Circuito de Compras →

Perguntas frequentes

Preciso de estúdio fotográfico para usar o pipeline?

Não, e é esse o ponto de partida do agente. Ele foi feito para a foto que a operação já tem: a do balcão, com sombra e fundo de parede. O pipeline trata o fundo, padroniza o enquadramento e devolve uma imagem apresentável no mesmo padrão dos demais itens. Onde já existe foto de estúdio, ela entra no fluxo do mesmo jeito; o que o agente resolve é o caso em que ela não existe e não vai existir para milhares de itens.

O que acontece quando ele erra a ficha de um SKU?

O erro fica na etapa anterior à publicação, que é onde ele custa pouco. Gerar imagem, propor título e sugerir descrição são ações reversíveis, e por isso rodam sozinhas; publicar o SKU muda o que o comprador vê, e por isso passa por confirmação humana. Corrigir antes de publicar é revisão de rotina. A ordem das etapas existe para que o erro caia sempre do lado barato dessa linha.

Ele dá conta de um catálogo com milhares de itens?

É exatamente o problema para o qual ele existe. As 7 etapas rodam por SKU, e não por lote fechado, então o catálogo entra em ondas: os itens prontos vão ao ar enquanto o resto ainda está sendo enriquecido. Um item que emperra numa etapa é um item parado, não uma carga inteira parada, e a operação não fica esperando o último SKU para abrir a loja.