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Fundadores e equipe

Quem responde pelas decisões que sustentam a plataforma.

A CWS Platform foi fundada por dois sócios que não vinham de tecnologia, e isso definiu o que a empresa construiu. O foco ficou no problema, o custo de transação no comércio entre empresas, e não na ferramenta da vez. Catorze anos depois, é a mesma pergunta que organiza o produto, o time e o roadmap.

Os fundadores

Dois sócios, a mesma pergunta desde 2012.

Vinicius Dias

Vinicius Dias

CEO e cofundador

LinkedIn de Vinicius Dias

Formado em Administração pela Universidade de São Paulo, Vinicius Dias veio do mercado financeiro, onde operou em mesa de banco de investimento. Foi de lá que trouxe a observação que fundou a empresa: moeda, ação e energia já eram transacionadas por software que carregava a regra de risco dentro da própria operação, e não havia razão para que produto fosse diferente, menos ainda os que se comportam como commodity, do pneu ao grão, da peça ao insumo químico.

Desde 2012 essa observação é a linha que ele não deixa a empresa perder. É ela que explica por que a plataforma nasceu multiestoque e com o catálogo separado do estoque já em 2013, antes de o mercado dar nome a isso, e por que a IA entrou aqui como agente que opera sob as mesmas regras do vendedor humano, e não como uma camada de sugestão sobre um processo que ninguém governa. Manter essa linha exigiu estudar tecnologia a fundo sem ter vindo dela, e é o que permite decidir o que entra no produto sem terceirizar a decisão para quem constrói.

O trabalho tem duas direções que raramente cabem na mesma pessoa. Para fora, leva a realidade da operação a quem investe na empresa e volta com a leitura de quem já viu o mesmo problema em outros mercados. Para dentro, traduz para o time o que dessa leitura muda a rota. É o mesmo movimento que ele faz com o cliente: absorver a operação real, ler tecnologia nova, e reconectar tudo à tese original em vez de deixar a plataforma virar uma soma de pedidos atendidos.

O resto do trabalho é o que não aparece no produto. Reunir no Brasil um time de tecnologia de alta performance e mantê-lo junto, coeso e motivado ao longo de catorze anos, inclusive nos ciclos em que isso é mais difícil. Vender tecnologia inteiramente nova a setores tradicionais, onde o concorrente mais forte não é outra empresa, é o jeito como sempre se fez. Disputar projetos grandes com as maiores companhias de tecnologia do mundo. E sustentar cada um desses projetos com uma tese de retorno, não com uma promessa: é o traço financeiro que ele levou para o processo comercial, onde investimento em tecnologia precisa ter o retorno demonstrado antes de ser aprovado, e não depois de ser gasto.

Para quem contrata a CWS Platform, é o que garante que a próxima década de produto continue respondendo à mesma pergunta da primeira: quanto custa fechar um negócio, e o que dá para tirar desse custo sem tirar o controle de quem decide.

Fernando Cymrot

Fernando Cymrot

CFO e cofundador

LinkedIn de Fernando Cymrot

Também formado pela Universidade de São Paulo, com foco em Finanças e Economia, Fernando Cymrot cofundou a CWS Platform com Vinicius Dias em 2012. Nenhum dos dois vinha de tecnologia, e a ausência de condicionamento técnico foi vantagem: sem uma ferramenta preferida para defender, sobrou atenção para o problema.

Além das finanças, é dele a relação contínua com os investidores da empresa, e ela rende duas coisas distintas. A primeira é o que se espera: investimento direto, que foi o que deu à CWS Platform fôlego para inovar sem esperar a inovação se pagar no mesmo trimestre, e para assumir projetos grandes com grandes empresas. Foi assim, projeto a projeto, que a tecnologia foi construída, e não em um salto financiado de uma vez só.

A segunda rende menos manchete e vale mais. São investidores experientes em tecnologia e em negócios, e o Fernando Cymrot transformou o acesso a eles em canal de entrada de conhecimento para dentro da operação. O que esses investidores já viram funcionar e falhar em outras companhias chegou às decisões de produto e de arquitetura, e parte relevante do que a plataforma é hoje passou por essa conversa. É uma função que quase nunca existe numa empresa de tecnologia fundada sem capital de risco: o sócio financeiro costuma trazer só dinheiro, e aqui traz critério.

Some-se a disciplina financeira que permite a uma empresa fundada em São Paulo sustentar catorze anos de evolução contínua de plataforma e disputar contas que costumam ficar com corporações globais de tecnologia. Plataforma de negociação não se prova em um trimestre. Ela se prova em contratos que atravessam ciclos de investimento do cliente, e isso exige um balanço que aguente a distância.

É o que sustenta, na prática, a promessa que a empresa faz a quem contrata: relação de décadas, não de licença. A mesma arquitetura atende hoje 17 setores do comércio B2B complexo, e é a escala que torna possível manter o produto único em vez de fragmentá-lo por cliente.

Quem fala com o mercado

Quem leva a plataforma para fora da casa.

Bruno Lucchesi

Bruno Lucchesi

Vice President, EMEA

LinkedIn de Bruno Lucchesi

Responde pela presença internacional da CWS Platform: a expansão para novos mercados, o ecossistema de fomento e a relação com o meio acadêmico. Cuida também da comunicação institucional e do conteúdo de prova, o material público que permite a um CIO em qualquer país avaliar a plataforma antes de existir uma primeira conversa.

É a função que traduz catorze anos de operação em algo verificável de fora. Tecnologia B2B complexa não se decide pela demonstração, se decide pelo que sobrevive à checagem que vem depois dela. Colocar essa prova ao alcance de quem ainda não conhece a empresa é o trabalho.

Fernando Pereira

Fernando Pereira

Líder Comercial

LinkedIn de Fernando Pereira

É o primeiro ponto de contato de quem chega à CWS Platform, e conduz o diagnóstico da operação antes de existir proposta. Concentra a construção das propostas comerciais: escopo, fases e o que entra em cada uma.

A concentração é deliberada, e o motivo é consistência. A proposta é onde a expectativa do cliente se forma, e projeto que começa com escopo confuso não se corrige depois, se renegocia. Manter isso numa cabeça só é o que faz o combinado da venda ser o que o projeto executa.

Como o time trabalha

Sete frentes, uma plataforma só.

A CWS Platform não monta um produto por cliente. São 11 módulos, 6 AI Agents e 1.029 parâmetros configuráveis, e o trabalho do time é fazer a operação de cada cliente caber nessa configuração em vez de virar um fork. É o que permite que a melhoria feita para um chegue a todos.

Produto e Tecnologia
Decidem o que entra na plataforma e o que fica de fora. Cada capacidade nova nasce configurável, para que o cliente seguinte a receba sem projeto novo.
Arquitetura e Infraestrutura
Respondem por disponibilidade, segurança e pelo comportamento da plataforma sob carga real de operação, não de demonstração.
Dados e Integrações
Conectam a plataforma ao ERP e aos sistemas que já existem na casa do cliente. É a frente que decide se o dado chega limpo, e dado sujo é o que faz projeto de comércio B2B falhar.
Projetos
O ponto de contato durante a implantação. Traduzem a estratégia acordada com o cliente para os times que constroem, e conduzem o acompanhamento semanal.
Conteúdo Técnico
Tratam o catálogo, que é a matéria-prima de tudo. Catálogo mal estruturado limita busca, preço e recomendação, por mais que o motor seja bom.
IA aplicada
Colocam os agentes para trabalhar dentro das mesmas regras que governam o vendedor humano. O agente amplia a capacidade da equipe do cliente, nunca decide fora do limite que ela definiu.
Internacional e Financeiro
Sustentam a operação de longo prazo: contrato, expansão de mercado e a estabilidade que um compromisso de décadas exige.

A mesma pergunta, há catorze anos.

Quanto custa fechar um negócio no comércio entre empresas, e o que dá para tirar desse custo. A resposta muda com a tecnologia disponível. A pergunta, não.

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